O voo

Meu voo estava programado para as 22h45 de terça-feira (28 de janeiro), mas atrasou porque os controladores de voo de Lisboa estavam em greve. Entrei na sala de embarque às 22h, mas só fui para o avião às 23h10 e decolei às 23h40. Mesmo assim, cheguei em Lisboa apenas 20 minutos depois do previsto, às 9h40 locais.

Apesar do atraso, a viagem foi bem tranquila. Os primeiros minutos foram um pouco tumultuados, porque havia muitas crianças no avião e algumas estavam chorando. Mas, logo depois que as luzes se apagaram, elas se acalmaram e a paz reinou. Nem turbulências nos incomodaram.

Depois de uma noite curta, dormi facilmente no avião e só acordei na hora da refeição porque minha vizinha de assento me acordou hehe. Era uma pernambucana falante que mora na Espanha há sete anos e estava chateada porque havia perdido o Victoria Secrets novo no check-in. No início, achei que ia ser uma companhia pedante, mas ela acabou se revelando uma pessoa divertida.

Falando em comida, a TAP está de parabéns. Mesmo com tendo saído tarde, serviram o jantar completo, com salada, pão e queijo processado de entrada; arroz, carne e legumes de prato principal; e pudim de chocolate de sobremesa. Nas bebidas, água, refrigerante, suco, cerveja e vinho, além de café e chá. Pela manhã, também foi servido um sanduíche de queijo e peito de frango defumado como pequeno almoço “café da manhã”.

Depois disso, só faltava uma hora e meia para a aterrissagem e não dormi de novo. Aproveitei para assistir a um episódio de Game of Thrones e um pedacinho de Downton Abbey, além de ver Lisboa lá de cima.

A aterrissagem foi tranquila e, quando abri a janela, me deparei com um arco-íris no céu nublado. Dizem que arco-íris dão sorte. Espero que seja verdade, porque a aventura está só começando! Também passei sem dificuldades pela imigração, só precisei apresentar meu passaporte. Depois, foi só pegar as malas, que estavam do jeito que eu tinha deixado.

Logo que saí, encontrei minha prima Tânia e seu marido Oscarlos. Eles moram em Portugal há sete anos e foi ótimo revê-la. Agora, eles vivem em Almada, que fica a cerca de 15 minutos de Lisboa, e me levaram para lá na saída do aeroporto. Fomos de carro e passamos pela Ponte 25 de Abril, aquela grande e vermelha, mas as histórias de Almada vão ficar para o próximo post.

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